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Histórico

Publicado: Terça, 13 de Novembro de 2018, 12h09 | Última atualização em Terça, 13 de Novembro de 2018, 12h09 | Acessos: 331

- HISTÓRICO (até 1808)

          Desde o período Colonial, a Baixada Santista foi considerada uma das mais importantes praças de guerra do litoral brasileiro, apontada como sendo a capital marítima da Província de São Paulo e como um dos mais importantes portos da América Latina.

Em 1547 é construído o Forte São Luiz, em Bertioga, e em 1584 é a Fortaleza da Barra Grande (Guarujá).


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       Em 1699, através de Carta Régia, foi criada uma guarnição fixa na antiga Vila de Santos, que passou a desempenhar um importante papel na defesa da vasta região centro-sul, que abrangia toda a Capitania pelo lado do mar.

       Em 1767, já havia o Regimento de Infantaria da Praça de Santos, com seis Companhias de Infantaria.

       Em 1808, veio a receber a denominação de Regimento de Caçadores de Santos, por sua vez dissolvido devido à reforma militar em 1824.

       Praça de Santos era importante base de operações, tanto no Litoral Sul como para a penetração militar em direção ao Paraná e Mato Grosso.

       Segundo historiadores, a presença da tropa regular em Santos diminuiu muito as incursões piratas, que, até então, prejudicavam o comércio marítimo com grandes perdas para a arrecadação das rendas reais.

- HISTÓRICO (1808 - 1880)

         O Governador e Comandante da Praça (Guarnição Militar) foi, durante muito tempo, o substituto eventual e imediato do Capitão-General Governador da Capitania de São Paulo.

       Em 1842, por ocasião da rebelião de São Paulo, o Barão de Caxias foi recebido pelo então Comandante-Militar da Praça de Santos, Coronel José Olintho de Carvalho e Silva, que o apoiou na sua jornada serra acima, rumo ao Planalto, à frente do Batalhão de Caçadores e de um Corpo de Artilharia.
 

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       Em 1858, foi concluído o Quartel Militar de Santos, nas imediações do Largo Ladislau (lado do mar), onde, posteriormente, foi erguido o antigo prédio da Recebedoria de Rendas do Estado, fronteiro à atual Praça Antônio Telles.

       Tal aquartelamento veio a desaparecer no final do século XIX, por ocasião do nivelamento do cais do porto.

       Em 1880, após cento e oitenta anos de sua criação, foi extinta a função de Comandante Militar de Santos, por determinação do Ministro da Guerra, Visconde de Pelotas.

- HISTÓRICO (1880 - 1946)

         Em 1893, durante a Revolta da Armada, o 4º Distrito Militar, oriundo de São Paulo, chefiado pelo Cel Eng José Jardim, instalou seu Posto de Comando nas dependências da Casa da Câmara e Cadeia, na Praça dos Andradas, onde permaneceu durante um certo tempo.

       Em 1938, o Ministro da Guerra expediu o aviso Nr 28, de 11 de abril, autorizava a organização provisória de um Núcleo de Bateria de Metralhadoras Antiaéreas, no Campo dos Afonsos, RJ.

       Em 1940, foi criado o 1º Grupo do 1º Regimento de Artilharia Antiaérea (I/1º RAAAe), dotado de Canhões Antiaéreos 88mm C/56 - Mod 18.

       Em 1941, o I/2ºRAAAe, em Quitaúna, SP, e o I/3ºRAAAe, em Curato de Santa Cruz, RJ.

       Em 10 de abril de 1942, com o Decreto n° 4248, cria-se a 5ª Bateria Independente de Artilharia de Costa – 5ª BIAC, nas instalações do recém construído Forte do Monduba, depois designado Forte dos Andradas.

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       Em abril de 1943, foi criado o Primeiro Grupamento de Artilharia de Costa da 2ª Região Militar, na Avenida Conselheiro Nébias, 628, cujo comandante, Coronel de Artilharia Oswaldo Nunes dos Santos, também assumiu o Comando da Guarnição Militar de Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande.

       Em 15 de maio de 1946, o Decreto Nr 21.134, transformou a 5ª BIAC na 3ª Bateria de Obuses de Costa (3ª BOC ou 3ª Bia O Cos).

       Em junho de 1946, foi criado o Destacamento Misto de Santos, comandado pelo Cel Honorato Pradel, exercendo cumulativamente o Comando do Grupamento de Artilharia de Costa. Ficava sediado em um casarão na Av Conselheiro Nébias, 190

- HISTÓRICO (1946 - 1972)

         Entre 1949 e 1959, o Destacamento Misto e o Grupamento de Artilharia, sediado na Avenida Conselheiro Nébias, 210 (antigo Clube Germânia), foram extintos.

       Em 10 de setembro de 1959, um Decreto cria o Comando da Guarnição Militar da Baixada Santista, sendo função privativa de General-de-Brigada. Este Comando gerencia também o Comando da Artilharia de Costa e Antiaérea da 2ª Região Militar (CACAAe/2). O primeiro Comandante foi o Gen Bda Amangá Liberato de Castro Menezes.

       Em 1967, devido à explosão do Gasômetro, na madrugada de 9 de janeiro, as estruturas do QG foram seriamente abaladas. O velho casarão foi demolido. O Comando do CACAAe/2, passa para um prédio de três pavimentos, ao lado da rua Marechal Pego Jr.

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       Enquanto isso, o Quartel-General ficou instalado provisoriamente num antigo edifício da Praça Visconde de Mauá, 19, retornando ao aquartelamento da Vila Nova em meados de setembro do mesmo ano, já sob o Comando do Gen Bda Fernando Belfort Bethlem, que chegou a Ministro do Exército.

       Em 22 de dezembro de 1971, pela Portaria Ministerial Reservada nº 038-GB, o CACAAe/2 foi extinto. E a 3 ª Bateria de Obuses de Costa da lugar à Bateria Comando da Artilharia Divisionária da Segunda Divisão de Exército (AD/2).

       Em 27 e 28 de janeiro de 1972, são disparados os últimos tiros da Fortaleza dos Andradas, pela 3ª BOC.

- HISTÓRICO (1972 - 1997)

         A Artilharia Divisionária da 2ª Divisão de Exército (AD/2) é transferida para Santos, acumulando o Comando da Guarnição Militar da Praça de Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande.

Em 1980, 16 de dezembro, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea (1ª Bda AAAe)é criada, com sede em Niterói, RJ, sob o Comando do Gen Bda Samuel Teixeira Primo.

       Em 18 de dezembro de 1985, por decreto, foi extinta a AD/2, sendo criada, a partir de janeiro de 1986, em seu lugar, a 2ª Brigada de Artilharia de Costa e Antiaérea (2ª Bda A Cos AAe), subordinada ao Comando Militar do Sudeste.

       Em março de 1989, a 2ª Bda A Cos AAe foi transformada em 2ª Brigada de Artilharia de Costa (2ª Bda A Cos), tornando-se seu Comandante o Gen Bda Nialdo Neves de Oliveira Bastos.

       Em 31 de outubro de 1992, o Comando da 2ª Bda A Cos foi extinto.

       Em 22 de julho de 1993, a 1ª Bda AAAe, oriunda de Niterói, RJ, fixou-se em Santos, sob o Comando do Gen Bda Luiz Edmundo Montedônio Rego.

       Nessa mesma data, a Bateria Comando da 2ª Bda A Cos, passou a denominar-se Bateria Comando da 1ª Bda AAAe, com sede no Forte dos Andradas.

       Em 26 de agosto de 1997, um decreto transfere a sede da 1ª Bda AAAe de Santos para o Guarujá, ocupando novas e modernas instalações na Praia do Monduba, na área do Forte dos Andradas.

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